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Defesa em Crimes Contra a Honra - Advogado Criminalista

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Defesa Crime Contra Honra - Especialista em Calúnia , Injúria e Difamação Início > Atuação > Defesa Crime Contra Honra Defesa Crime Contra Honra Especialista em Calúnia, Injúria e Difamação - Protegemos Sua Reputação Consulta Urgente - Atendimento 24h WhatsApp Direto ✓ OAB/SP 337.502 | ✓ +20 Anos de Experiência | ✓ Plantão 24 Horas 📍 Av. Nove de Julho, 40 - Bela Vista - São Paulo/SP Quando alguém ataca sua honr...

Policiais deram mais de 100 tiros em carros de jovens mortos no Rio

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Mais de cem tiros foram disparados pelos policiais envolvidos nas mortes dos cinco jovens fuzilados em Costa Barros, no Subúrbio do Rio, na noite de sábado (28). Pelo menos cinquenta tiros atingiram o carro onde estavam os rapazes, como informou o Bom Dia Rio. A ação, que já estava sendo considerada exagerada pelo própria polícia teve ainda mais disparos de armas de fogo do que foi divulgado inicialmente. Além dos disparos que atingiram o veículo, outras disparos foram efetuados mas não atingiram o carro em que os jovens estavam. Segundo a PM, 111 tiros foram disparados pelas armas dos policiais, sendo 81 de fuzil e 30 de pistola. Os policiais podem ser expulsos da corporação antes mesmo de serem julgados pela Justiça comum. O comando-geral da PM determinou nesta terça a abertura imediata do processo administrativo para julgar a expulsão dos quatro policiais militares por causa da ação. Também foi concedida pela Justiça e a prisão preventiva dos quatro, que permanecerão do Batal...

PM e advogado têm prisão preventiva decretada por fraude processual

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O juiz Marcelo Alberto Chaves Villas, da 2ª Vara Criminal de Armação dos Búzios, na Região dos Lagos, decretou nesta sexta-feira, dia 27, a prisão preventiva do policial militar Syllas Pereira Cabral e do advogado Alberto Pessanha do Espírito Santo, além de manter a prisão de Celso Hildebrando Cassiano do Carmo. Celso é acusado de atropelar e matar o jovem Henrique Silva dos Santos e ferir quatro pessoas que estavam em um ponto de ônibus. O acidente aconteceu na rodoviaRJ-102,no bairro Marina, em Búzios, no último dia 23. Segundo os autos processuais, o motorista estaria embriagado no momento do acidente. Já o PM e o advogado foram indiciados por fraude de provas, ao serem acusados de persuadir os agentes para que pudessem retirar Celso da cena do crime. O magistrado determinou que Alberto cumpra prisão domiciliar. “Conforme indiciado, ficou demonstrado nos autos e narrado no corpo da denúncia, o segundo denunciado Syllas Pereira Cabral e o terceiro denunciado Alberto Pessan...

Réus são condenados pela morte de vigilante

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Após doze horas de júri popular realizado na última quinta-feira, 5, no Fórum de Belém, os jurados, por maioria dos votos, condenaram quatro réus acusados de participação no assassinato de Haroldo Paiva Morais, 44 anos, dono de uma pequena empresa de vigilância. Entre os condenados está a ex-mulher do vigilante, Joesilla Mayara da Rocha, de 34 anos, e o irmão dela, Joenerson Marlley da Rocha, de 33 anos. A ex-mulher pegou 16 anos de prisão e Joenerson 24 anos. As penas serão cumpridas em regime inicial fechado em presídios da Região Metropolitana e Belém. Os dois outros acusados são Jair Mota de Azevedo, de 31 anos, que está preso há três meses por ter sido flagrado com a arma usada no homicídio do vigilante, e Herbert da Rocha Oliveira, de 37 anos, conhecido por Edinho. Cada um deles foi condenado a 28 anos de prisão em regime inicial fechado. Com exceção de Jair Mota, que vai continuar preso, todos os demais irão recorrer da sentença em liberdade. No total, foram ouvidas sete testemu...

STF nega soltura de juiz aposentado acusado de matar companheira

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Por considerar correta a fundamentação que determinou a prisão preventiva de um juiz acusado de matar sua mulher, a 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal negou o pedido de Habeas Corpus feito pelo magistrado. O juiz aposentado Francisco Eclache Filho foi acusado do homicídio de sua companheira, Madalena Dotto Nogara. Ela foi morta com três tiros de arma de fogo disparados na noite de 22 de julho de 2014, em Restinga Seca (RS). O magistrado foi denunciado pelo Ministério Público gaúcho pela suposta prática de homicídio qualificado e, segundo os autos, foi preso preventivamente após se envolver em um acidente de carro quando fugia do local do crime. O pedido de Habeas Corpus foi feito junto ao Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul e, posteriormente, ao Superior Tribunal de Justiça, sendo recusado em ambas as instâncias. No Supremo, a defesa questionou os fundamentos da prisão preventiva e pediu sua revogação por excesso de prazo, ou a concessão de liberdade provisór...